Alex Marquez, Marc Márquez e Diogo Moreira

O veterano Márquez, ao centro, cercado pela nova geração

 

Piloto espanhol gostou do circuito e

promete recuperar os pontos perdidos.

 

Atualmente, Marc Márquez é o campeão mundial da vez a ser batido no Autódromo de Goiânia, dias 21 e 22 de março, durante as corridas Sprint e Principal da 78ª edição do evento. A organização espera um público de aproximadamente 200 mil pessoas na capital, para esta segunda etapa do Mundial, o que deve gerar mais R$ 800 milhões na economia da cidade. Na prova inaugural deste ano, na Tailândia, o piloto espanhol largou em P3, mas teve problemas e abandonou a competição.

 

A primeira corrida do Mundial de Motovelocidade foi realizada pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM) em 1949, prova vencida por Leslie Graham a bordão de uma AJS e pneus Michelin. O Mundial de F1 veio depois, em 1951. Nos seis anos seguintes, as marcas Gilera e Norton venciam as corridas de 50 a 250cc. Geoff Duke obteve 4 vitórias, até aparecer John Surtees, em 1956. Com a poderosa MV Agusta faturou 4 campeonatos seguidos. Mike Hailwood também reinou de Agusta por 4 temporadas.

 

Em 1966 apareceu o italiano Giacomo Agostini, considerado o maior vencedor do Mundial de Motovelocidade, com 8 títulos: 7 de MV Agusta e o último, em 1975 com Yamaha.

 

A geração de 1980 trouxe também os tetracampeões, Eddie Lawson, Wayne Rainey, que correram no Autódromo de Goiânia nos anos 1987, 1988 e 1989. Michael Doohan foi pentacampeão dessa década.

 

Até que em 2001 outro italianíssimo, Valentino Rossi, venceu todas, levou 7 troféus até 2009, andando de Honda, Ducati e Yamaha.

 

Mas foi na década de 2010 que surgiu o espanhol Marc Márquez que venceu o mundial 7 vezes. Ele é o atual campeão mundial da motovelocidade, conquistado em 2025.

 

Bezzecchi na Tailândia

 

Marco Bezzecchi, da Aprilia Racing, venceu dia 1º de março, o Grande Prêmio da Tailândia de MotoGP 2026, em Buriram,  liderando de ponta a ponta na abertura da temporada. Pedro Acosta (Red Bull KTM) terminou em segundo e assumiu a liderança do campeonato, com Raul Fernandez (Trackhouse Aprilia) em terceiro.

Jorge Martín, com a outra Aprilia oficial, foi o quarto colocado, enquanto Ai Ogura, da Trackhouse, fechou o top-5.


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